O projeto social

Em Belo Horizonte e em diversos outros núcleos, a capoeira é ensinada em comunidades carentes por meio de projetos sociais na Barragem Santa Lúcia, conduzido pelo Contramestre Munrá e Instrutor Zumbi (alunos do Mestre Pantera). No bairro Madre Gertrudes, a Professora Parajú trabalha em parceria com o Instituto Salesiano. No Alto da Gameleira o trabalho fica por conta dos instrutores GPS e Magnata em parceria direta com a comunidade. Desta mesma maneira trabalha no bairro Santa Terezinha, o Instrutor Gica e seus alunos.

A Capoeira, quando trabalhada com jovens e adolescentes em situação de risco social, ganha aspectos muito importantes. Trata-se de uma proposta que aliada a outros projetos de cunho social, como aqueles desenvolvidos em escolas municipais e estaduais, projetos religiosos ou mesmo aqueles desenvolvidos por grupos da esfera privada como grandes empresas, consegue obter inúmeros resultados sociais e educacionais.

Por se tratar de uma modalidade que converge atividades corporais, artísticas e musicais, a Capoeira é um atrativo sadio muito importante para jovens e adolescentes. É um ambiente onde se cria laços de amizade e relacionamentos que desenvolvem nas pessoas, questões fundamentais de socialização, respeito às diferenças e amadurecimento coletivo.

A proposta é de diminuir o tempo ocioso de jovens e adolescentes com a prática de uma atividade física rica em conteúdo e forma.
Combater o sedentarismo de adolescentes e adultos.

A prática da Capoeira procura melhorar, de forma ampla, o conhecimento acrescentando à educação formal, aspectos sociais artísticos e culturais, incentivando o estudo seja no ensino fundamental, médio ou superior. Além de capacitar profissionais para atuarem como educadores multiplicadores que podem mesmo ter a capoeira como uma atividade financeira.

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